Nesta quarta-feira, como em todas as manhãs, o meteorologista Guillermo Ramis apresentou no Informativo Sarandí sua previsão para as próximas horas, bem como sua projeção para os dias seguintes.

Em sua intervenção, o profissional confirmou o que havia anunciado na terça-feira e —ao contrário de alguns de seus colegas— não fez qualquer referência à possibilidade de ocorrer um ciclone nas últimas horas.

Conforme informamos, o meteorologista Mario Bidegain expressou em sua conta na rede X que tal ciclone poderia afetar o país entre quinta-feira desta semana e segunda-feira da próxima. Posteriormente, em diálogo com o Montevideo Portal, detalhou que as precipitações acumuladas poderiam chegar a até 100 mililitros.

Também entrevistado pelo Montevideo Portal, o meteorologista José Serra fez uma previsão mais limitada no tempo e indicou que o ciclone mencionado se restringiria ao sábado e parte do domingo, com ventos que poderiam alcançar até 90 quilômetros por hora.

Por sua vez, Ramis indicou que para hoje são esperadas algumas precipitações pouco significativas, provocadas pela passagem de uma frente fria. “São pequenos aguaceiros que não acumulam mais de 5 mililitros”, detalhou.

Além disso, não fez qualquer referência a ciclones, e insistiu que as primeiras chuvas significativas do ano ocorreriam no sábado, dia em que choveria em todo o país.

Quanto ao vento, foi muito específico em termos de tempo, local e intensidade. “No sábado à tarde, por volta das 17:00 horas, na costa de Rocha, haveria ventos de 50 km/h com rajadas de 70”, afirmou.

Por essa razão, e com experiência como capitão de navio, Ramis recomendou aos navegantes que tomassem precauções. “Muito cuidado com as embarcações menores, pois podem virar e se perder”, alertou.

De acordo com o previsto por Ramis, no domingo o tempo melhorará e não haverá chuvas. Na verdade, a água só retornaria na sexta-feira da próxima semana, e com “reforços”.

"Nos dias 16, 17 e 18 de janeiro, haverá chuvas, especialmente no dia 18. Haverá muita chuva no domingo, pelo menos é o que se vê hoje”, concluiu.