Após as impressionantes imagens registradas pela expedição Uruguai Sub200 de dois tubarões cinzentos, outra espécie voltou a chamar a atenção dos cientistas: o peixe-lua — também conhecido como mola.
Trata-se do maior peixe ósseo do mundo, identificado por seu corpo plano e arredondado. Os cientistas a bordo do Falkor Too encontraram o animal nas águas do cânion do Cabo Polonio, a cerca de 266 metros de profundidade.
O peixe-lua pode medir até mais de 2,5 metros e pesar mais de duas toneladas. Geralmente, pode ser encontrado em oceanos temperados e tropicais.
Na expedição, os cientistas notaram que o peixe seguia o submarino ROV Subastian. A hipótese levantada para explicar o motivo está relacionada ao fato de que o subaquático ilumina o ambiente e atrai zooplâncton, uma das espécies que este animal consome.
A descoberta ocorreu a cerca de 179 quilômetros da área protegida Cabo Polonio, no cânion que mede cerca de 118 quilômetros de comprimento e 85 de largura, informou Schmidt Ocean. Os cientistas exploram os corais do oceano Atlântico do Uruguai.
Conforme informamos, na última quarta-feira às 5h30 da madrugada, a equipe de pesquisadores estava há quatro horas de expedição pelo recife de coral na cabeceira do cânion Cabo Polonio quando, a 290 metros de profundidade, encontrou um tubarão cinzento. A surpresa veio quando apareceu um segundo.
“Um presente da natureza. Uma maravilha”, disse um dos cientistas responsáveis pela pesquisa. O especialista destacou que a espécie possui apenas uma nadadeira dorsal, localizada posteriormente à caudal, e suas fossas nasais.
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