Um homem de uma comunidade tribal do estado de Odisha, no leste da Índia, desenterrou sua irmã falecida e levou seu cadáver a uma agência bancária para retirar as economias de sua conta depois que o banco lhe negou acesso aos fundos.
"Fui várias vezes ao banco e as pessoas de lá me disseram para trazer a titular da conta para retirar o dinheiro depositado em seu nome. Embora eu tenha dito que ela havia morrido, eles não me ouviram e insistiram que eu a levasse ao banco. Cavei a sepultura e tirei seu esqueleto como prova de sua morte", declarou à imprensa o indivíduo, identificado como Jeetu Munda.
In #Odisha, a man dug up his deceased sister's skeleton and brought it to a bank, all to prove she had died. He'd been trying to withdraw $240 from her account, but bank staff kept demanding the account holder show up in person. Ignorant of legal procedures and pushed to his… pic.twitter.com/C29DM0ubAJ
— WILD WORLD DAILY (@WildWorldDaily) April 28, 2026
O incidente ocorreu depois que o banco exigiu do homem o atestado de óbito de sua irmã, indispensável para proceder legalmente ao saque do dinheiro.
Diante da recusa dos funcionários em processar o saque sem esse certificado, Munda, que estava em estado de embriaguez segundo o banco, optou por exumar os restos de sua irmã e colocá-los em frente à agência para comprovar o falecimento.
"A intenção do banco foi proteger os interesses dos fundos da mulher tribal pobre na conta. Não há nenhum caso de assédio", declarou nesta terça-feira em um comunicado o Indian Overseas Bank, o banco matriz do banco rural.
?? SHOCKING SCENES FROM ODISHA | BROTHER CARRIES SISTER’S SKELETON TO BANK AFTER OFFICIALS DEMAND “ACCOUNT HOLDER PRESENCE” ????#??_????_??? #KDTheDevil #Sikkim #Pokiri4K #PuriJagannadh pic.twitter.com/JoETfAbB42
— Opinionatedowl.india (@owl_opinio21917) April 28, 2026
Após relatos da mídia que sugeriram que a própria entidade havia exigido que Munda trouxesse os restos de sua irmã, o banco negou categoricamente ter solicitado sua presença física e assegurou que o conflito se deveu a uma falta de entendimento sobre os protocolos formais.
Quando o homem apareceu com o corpo, os funcionários da agência chamaram a polícia local para cuidar do caso, segundo informou o banco. Após conversar com as autoridades, Munda voltou a enterrar sua irmã.
"A polícia o convenceu da situação e pediu que ele obtivesse o atestado de óbito. Ele é inocente e não entendia que precisava entregar o atestado de óbito no banco para recuperar o dinheiro que sua irmã havia depositado", informou o inspetor-chefe da delegacia de Patna, Kiran Prasad Sahu.
Segundo a polícia, a irmã de Jeetu faleceu há dois meses e tinha no banco cerca de 19.300 rúpias indianas (aproximadamente 200 dólares), conforme informou a agência de notícias EFE.
Odisha is in News Again!
— Amiya_Pandav ???? ?????? Write n Fight (@AmiyaPandav) April 28, 2026
It's from Keonjhar, the home district of our CM,He is a tribal man like our CM.He has to bring the corpse of his sister who was buried in the grave 2months ago to the Bank for withdrawal of her money!Pathetic @ravish_journo @Ashok_Kashmir @sushant_says pic.twitter.com/hWXk4pDPVK
O homem, que segundo as autoridades é analfabeto, está sendo assistido pela polícia nos trâmites para obter o atestado de óbito que lhe permita recuperar o dinheiro de sua família.
Un préstamo post mortem
O caso de Munda lembra um episódio ocorrido em abril de 2024 no Brasil.
Como informamos, uma mulher foi a uma agência bancária levando seu tio em uma cadeira de rodas.
A intenção de ambos era concluir o trâmite de um empréstimo que haviam iniciado dias antes de forma remota. No entanto, entre o início do processo e a data do saque, o homem faleceu, e sua sobrinha foi ao banco com o cadáver.
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