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Elenco, comissão técnica e colaboradores do Rampla Juniors emitiram um comunicado público no qual denunciaram “uma situação econômica crítica” e anteciparam a tomada de medidas com o apoio da Mutual Uruguaia de Futebolistas Profissionais.
Os Picapiedras, que estão lutando para permanecer na Segunda Divisão Amadora, têm um gerenciamento do empresário norte-americano Foster Gillett, que chegou por intermédio do presidente da Associação Uruguaia de Futebol, Ignacio Alonso.
“Jogadores, treinadores e funcionários do Rampla Juniors nos encontramos em uma situação econômica crítica que afeta nosso desempenho profissional”, começa dizendo a carta divulgada nas redes sociais.
“Nos próximos dias se completarão três meses de salários atrasados para todos os trabalhadores do clube”, expressa, para explicar: “A essa situação soma-se a falta de contribuições à seguridade social durante todo o ano, o que nos deixa vulneráveis em questões de saúde”.
“A falta de pagamento não é apenas um problema econômico: afeta pessoal e familiarmente já que famílias inteiras dependem desses salários”, acrescenta mais tarde.
“Apesar das múltiplas dificuldades, continuamos trabalhando e treinando para defender o clube em cada partida”, asseguram, mas vão além: “Exigimos uma solução urgente”.
“Com muito pesar, comunicamos que, se a partir da próxima segunda-feira não nos for apresentada uma solução, nos veremos na necessidade de tomar medidas para defender nossos direitos e evitar recorrer a instâncias que gerem maiores complicações”, finaliza o comunicado.
Foto: IG Mario Saralegui
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